GERALDA EULALIA MENDES, Advogado

GERALDA EULALIA MENDES

Contagem (MG)

Sobre mim

Sou advogada e contadora, formada pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas). Graduada em Ciências Contábeis em 1994, com pós-graduação em Contabilidade, atuo há mais de 30 anos assessorando pequenas empresas dos setores de comércio e prestação de serviços. Em 2012 concluí a graduação em Direito pela PUC Minas e, posteriormente, a pós-graduação em Direito Processual Civil. A experiência contábil complementa minha atuação jurídica, proporcionando uma análise técnica integrada dos fatos e da prova documental, sempre com respeito aos princípios éticos e à autonomia de cada profissão. Acredito que compreender os fatos é o primeiro passo para aplicar o Direito com segurança e responsabilidade.

Principais áreas de atuação

Direito Previdenciário, 30%

É um ramo do direito público surgido da conquista dos direitos sociais no fim do século XIX e iní...

Direito de Família, 23%

É o ramo do direito que contém normas jurídicas relacionadas com a estrutura, organização e prote...

Direito Civil, 23%

É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...

Direito do Trabalho, 23%

Conjunto de normas jurídicas que regem as relações entre empregados e empregadores, são os direit...

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Márcio Adriano Honesko, Bacharel em Direito
Márcio Adriano Honesko
Comentário · há 12 anos
A meu ver, o amor não pode ser comparado à paixão. Vivemos sob a influência das ideias iluministas, dos contratualistas e em um capitalismo desenfreado. Qual é a diferença entre amor e paixão?

Primeiramente, defino o amor como inerente à humanidade do homem, não podendo sequer ser sinônimo de paixão, pois esta se relaciona à alma humana. O amor é fruto da bondade, conforme bem mencionado na epístola canônica; nesta mesma, orienta-se a fugir da paixão, que é vista como pecado.

Cristo pecou apenas uma vez: quando recebeu sobre si todos os pecados na Paixão. Veja que até o Salvador expressou sua paixão pelos homens. É equivocado imaginar que o fogo da paixão, como cantado por Renato Russo, tenha algum valor — mas o amor, sim, o tem, pois este é perfeito, ao contrário daquela.

Ninguém mata por amor. O ódio e a paixão, sim, caminham juntos — esses são capazes de levar o homem à escuridão dos sentidos, e, sem razão, fazê-lo ofender até a própria mãe. O Pai jamais mataria seus filhos, diferentemente da paixão, que pode levar à perda do amor.

Um exemplo dessa enfermidade psíquica manifesta-se quando um marido abandona a esposa e os filhos por uma amante. É isso amor? Que amor é esse que destrói um lar, uma família, uma história? Não, nobre amigo, é a paixão — esta, sim — que deve ser dominada pela razão, que nasce do amor.

O amor não está no sistema normativo, assim como a verdade também não, mas sim em um sistema de validade altamente científico. Somos submetidos à paixão por erro, e o maior deles é não acreditar no amor. O puro reside no estado metafísico, no mundo das ideias.
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